No comando:VALE A PENA OUVIR DE NOVO com Áureo Barbosa
Das 07:30 às 08:59
No comando:MANHÃ AUTOMÁTICA
Das 07:30 às 11:59
No comando:EXPRESSO 104 com Fábio Milani
Das 09:00 às 11:59
No comando:BRASILEIRAÇO com Jacyle Santos
Das 12:00 às 12:59
No comando:CLUBE DO SAMBA
Das 12:00 às 13:59
No comando:TARDE AUTOMÁTICA
Das 12:00 às 16:59
No comando:ROMANCE com Jacyle Santos
Das 13:00 às 13:59
No comando:MISTURADÃO com Gilson Silva
Das 14:00 às 14:59
No comando:TARDE AUTOMÁTICA
Das 14:00 às 15:59
No comando:CHARME com Lis Oliveira
Das 15:00 às 16:59
No comando:RITMOS com Lis Oliveira
Das 16:00 às 17:59
No comando:TARDE AUTOMÁTICA
Das 17:00 às 17:59
No comando:MEGA MIX com Tiaguinho Cassiano
Das 17:00 às 18:59
No comando:NOITE AUTOMÁTICA
Das 18:00 às 18:59
No comando:NOITE AUTOMÁTICA
Das 18:00 às 19:59
No comando:A VOZ DO BRASIL
Das 19:00 às 19:59
No comando:NOITE AUTOMÁTICA
Das 19:00 às 23:59
No comando:60 MINUTOS com Maycon Oliveira
Das 20:00 às 20:59
No comando:NOITE AUTOMÁTICA
Das 20:00 às 23:59
No comando:NOITE AUTOMÁTICA
Das 21:00 às 23:59
Cerca de 63 mil empresários procuraram auxílio de crédito para garantir salário de funcionários, aponta BC
O setor de serviços foi o mais atingido pela pandemia. Em seguida aparecem saúde, saneamento e educação; construção, madeira e móveis; e mídia e lazer, como os que mais pegaram dinheiro emprestado
Para tentar fugir da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, empresários passaram a recorrer ao crédito e, assim, tentar manter o funcionamento dos negócios. De acordo com o Programa Emergencial de Suporte a Empregos, divulgado pelo Banco Central, cerca de 63 mil empresários procuraram auxílio de crédito para garantir o salário dos funcionários por até dois meses.
O setor de serviços foi o mais atingido pela pandemia. Em seguida aparecem saúde, saneamento e educação; construção, madeira e móveis; e mídia e lazer, como os que mais pegaram dinheiro emprestado.
Até o momento, o Banco Central financiou R$ 1,49 bilhão a empresas. Do total, R$ 400 milhões foram disponibilizados para 12,6 milhões de empresas do setor de serviço. Ao todo, cada empresa pegou, em média, R$ 23 mil, o que significa que cada funcionário custou aproximadamente R$ 1,4 mil ao empregador.
Para empresas de construção, madeira e móveis, foram repassados R$ 213,8 milhões a 8,9 mil negócios. Ainda de acordo com a instituição financeira, R$ 136,7 milhões foram destinados para a área de mídia e lazer e R$ 83,6 milhões para têxtil e couro.